Equipes do Ministério da Saúde realizaram uma agenda técnica em territórios indígenas de Mato Grosso do Sul para intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de arboviroses como dengue, chikungunya e zika. A ação, ocorrida entre 2 e 6 de março, envolveu diversas secretarias e lideranças indígenas, com foco na Reserva Indígena de Dourados, onde quase 100 casos de chikungunya foram confirmados.
Durante a mobilização, foram realizadas visitas, reuniões e estratégias de prevenção, incluindo a possível utilização de mosquitos estéreis para reduzir a população do vetor. Em Dourados, um mutirão vistoriou mais de 2.200 residências, identificando 589 focos de larvas e realizando tratamentos químicos em mais de mil casas. A iniciativa contou com a participação de agentes de endemias e saúde indígena, além de apoio governamental.
Autoridades destacaram a importância da colaboração da população para eliminar criadouros do mosquito, já que cerca de 90% dos focos estavam em recipientes com água parada, como caixas d’água e pneus velhos. A integração entre diferentes esferas do SUS foi reforçada para enfrentar a epidemia
Fonte: campograndenews




